E agora?

Há muitos exemplos de alegado plágio na colecção História do Design Gráfico em Portugal que ainda não mostrámos. Alguns são extensos, outros são poucas linhas. Uns são cópias integrais, outros com pequenas alterações. Às vezes, não têm referência nenhuma, outras assinalam uma transcrição como se fosse uma paráfrase. Ou atribuem a citação a um autor que não a fez. Tudo isto é grave.

Nesta altura, para quem tenha conhecimento do caso, não adianta mostrar mais exemplos. Não é a sua existência ou gravidade que está a em causa. A tentativa de resolver discretamente o problema com uma segunda edição mostra que mesmo as entidades responsáveis – José Bártolo, Público, Esad -Idea, 100folhas – percebem a gravidade da situação. 

Uma edição cheia de alegados plágios foi substituída por uma edição «revista» também cheia de alegados plágios. É inegável.

A pergunta que toda a gente faz: o que sucede daqui para a frente?


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